DIDI KREPINSKY SEM ESCALAS

Hoje, dona do perfil no Instagram mais seguido pelos travel lovers, Didi Krepinsky tornou aquilo que até então era apenas lazer em profissão e é habitué dos destinos mais badalados, desejados e paradisíacos do mundo.

Ela possui um dos passaportes mais invejados (e carimbados) do Brasil e, depois do primeiro voo, aos nove dias de nascida, não parou mais. Globetrotter por vocação, a mezzo americana mezzo brasileira já visitou ao todo mais de 40 países e herdou dos pais o vício por viagens. Hoje, dona do perfil no Instagram mais seguido pelos travel lovers, Didi Krepinsky tornou aquilo que até então era apenas lazer em profissão e é habitué dos destinos mais badalados, desejados e paradisíacos do mundo.

Suas fotos de viagem são de babar e sempre chamaram atenção. Quando você percebeu que havia se transformado em uma influenciadora e que as pessoas se interessam pelas suas dicas?

Meus amigos sempre me pediam dicas, porque sabiam que eu viajava muito desde pequena – tanto por amar quanto pelos meus pais e eu trabalharmos no ramo do turismo. Eu já postava fotos de viagem no meu Instagram, mas nunca havia pensado em tornar isso maior, porque não tinha tempo, achava que não era meu estilo e também pelo fato de expor minha vida. Daí percebi que muita gente começou a me seguir só para saber mais sobre viagem, e muitas pessoas começaram a pedir para eu dar dicas e me aprofundar mais nos assuntos. De tanto me cobrarem isso, eu resolvi testar e abri o blog.

Antes você viajava por prazer e, agora, viajar também se transformou no seu trabalho. Com está sendo essa diferença? As pessoas ainda acham que você vive de férias?

Na verdade eu não tenho mais férias, porque elas viraram trabalho. Eu sou uma pessoa extremamente detalhista e que se cobra muito, então, quando viajo, estou o tempo todo ligada no que está acontecendo, pensando nas fotos e no post que vou fazer sobre o lugar que conheci.

Depois que você decide qual a próxima viagem, como você monta a programação? Se deixa levar ou já entra no avião com o roteiro em mãos?

Antes de partir para algum destino eu fuço tudo sobre o lugar na internet. Pesquiso no google, no location do instagram – onde vejo onde as pessoas estão indo – analiso quais são os melhores lugares para conhecer, paisagens bonitas para fazer fotos, curiosidades. Eu viajo com um roteiro preparado, mas também uso muito do meu feeling e experiência para fazer essa seleção do que vale a pena.

Na bio do seu Instagram tem “Brasil Luxury Travel” e você visita sempre lugares incríveis, luxuosos e, consequentemente, caros. Mas você acredita que é possível fazer uma viagem incrível gastando pouco? Já experimentou viajar assim?

Eu acho super possível viajar gastando pouco e até gosto de experimentar e conhecer lugares que não sejam de luxo necessariamente, mas quanto você vai gastar depende muito do destino – é impossível gastar pouso em uma estação de esqui, por exemplo – e da forma como você viaja. Minha prioridade, sem dúvida, é uma boa hospedagem, independentemente de onde eu esteja, e isso, muitas vezes, sai caro. Mas não sou muito de fazer compras em viagens, por exemplo, então economizo nesse quesito.

O que te marca mais em cada viagem? Aquilo que te faz voltar a um lugar?

Como já deu para perceber, eu amo um bom hotel. Acho imprescindível se hospedar bem e herdei isso da minha mãe. Mas, como amo praia, um destino que tenha belas paisagens e belezas naturais me conquista.

Você é daquelas que, quando um destino cai no hype, perde a vontade de conhecê-lo?

Sim! (risos) Isso está acontecendo comigo em relação à Mikonos. Só esse ano eu fui três vezes porque amo, mas já senti uma mudança, Um lugar que se torna popular traz benefícios em relação aos investimento em estrutura de bares, restaurantes e hotéis, mas, em compensação, fica muito lotado, caro e perde um pouco do charme. Próximo ano eu já decidi que, durante o mês de julho, não vou e pretendo desbravar outros destinos.

Falando nisso, quais as próximas viagens programadas para 2018? Quais suas apostas?

Vou passar o réveillon em Tulum, México. Passei o último lá e amei tanto, que vou repetir a dose. Também já estou programando uma viagem para o feriado da semana santa e pretendo conhecer o Japão e a Coreia do Sul. Já em julho eu sempre desejo praia, então eu quero voltar pra Sardenha, Córsega e Saint Tropez. Essa é a melhor época do ano nessas regiões.

E no Brasil, quais os lugares que você está planejando conhecer?

Quero muito conhecer vários destinos, principalmente no Nordeste, que ainda não conheço, como Jericoacoara, Fernando de Noronha, Lençóis Maranhenses, Maragogi, e também quero ir para Bonito.

 

Rasante

Já fez alguma viagem do tipo “comer, rezar e amar”?

Não, mas preciso! (risos)

Aplicativos que salvam a viagem…

Rome2Rio, Google Flights e Google Maps

Lugar que todo mundo deveria conhecer…

Jerusalém.

Para onde sempre volta…

Paris.

O maior perrengue em viagens…

Doze horas de conexão em Barcelona.

Se não fosse brasileira/americana, onde gostaria de ter nascido…

França.

O único destino de verão possível…

Itália.

Lugares exóticos ou clássicos?

Um mix dos dois.

Frio ou calor?

Calor.

O melhor da viagem é voltar pra casa?

Sim!

Independentemente do destino, qual o primeiro item que você coloca na mala?

Câmera.

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